Há histórias que chegam até nós como um feitiço suave. "Camila e a Aventura no Dia das Bruxas" é uma dessas histórias: uma história sobre coragem, amizade e o poder do bem — mesmo quando tudo parece envolto em sombras.
Neste livro cheio de cor e mistério, a pequena Camila embarca numa aventura mágica na noite de Halloween, onde bruxas, gatos falantes e poções secretas se cruzam com o brilho da esperança. Mas, acima de tudo, esta é uma história sobre acreditar. Acreditar que a magia está em nós, nas nossas escolhas e nas pessoas que nos rodeiam.
Halloween é a época perfeita para abrir este livro. Não só porque fala de bruxas e feitiços, mas porque nos recorda que, por detrás de cada máscara, há sempre uma história à espera de ser descoberta.
No universo de "Camila e a Aventura no Dia das Bruxas", o medo transforma-se em coragem, a solidão dá lugar à amizade e cada página é uma poção de ternura e encantamento. É um livro para ler em família, à luz suave de uma vela, com o coração aberto à fantasia.
Porque a verdadeira magia não vive nas vassouras nem nas poções… vive nas palavras.
“Camila e a Aventura no Dia das Bruxas”já está disponível!
O meu primeiro livro infantil, escrito com muito amor e imaginação, para leitores pequenos e corações grandes!
A Zero em Comportamento e a Projectos Paralelos estreiam em Portugal o documentário “O Nosso Sonho”, realizado por Pascal Plisson, um dos cineastas mais premiados do cinema documental contemporâneo, e produzido em parceria com a ONG Handicap International.
O filme fala-nos sobre a realidade de cinco crianças com diferentes tipos de deficiência, que enfrentam os desafios diários com coragem, humor e esperança. Apesar dos diagnósticos, barreiras sociais e contextos difíceis, cada uma delas tem um sonho – e a determinação para segui-lo.
“O Nosso Sonho” não é um filme sobre deficiência. É um filme sobre superação, amor e dignidade. Um retrato íntimo e profundamente humano que rejeita o dramatismo fácil e aposta na empatia, na força das famílias e na urgência de uma sociedade mais justa.
Para além das exibições comerciais, o filme será também apresentado para sessões com escolas, professores e organizações sociais, acompanhado de materiais pedagógicos desenvolvidos com especialistas em inclusão e direitos humanos.
O filme chega às salas portuguesas no momento em que a discussão sobre inclusão, equidade e educação para todos é mais urgente do que nunca.
SINOPSE
Maud, Charles, Antonio, Nirmala, Khendo e Xavier nasceram em diferentes partes do mundo e enfrentam desafios físicos, sensoriais ou mentais. Apesar das suas dificuldades, levam vidas incríveis, plenas de sonhos, atividades e aprendizagens. Neste documentário comovente e luminoso, Pascal Plisson leva-nos ao encontro destas crianças e jovens excecionais, acompanhando-os no seu dia a dia, junto das suas famílias, escolas, amigos e atividades. Com uma abordagem respeitosa e positiva, o filme celebra a diversidade e mostra que a deficiência não define quem somos.
AS CRIANÇAS
Maud, 14 anos, França Amputada de uma perna e surda profunda, vive plenamente com a irmã gémea, Romy. Pratica vela, atletismo, dança contemporânea e toca violino.
Xavier, 14 anos, Ruanda Com albinismo, sofreu rejeição familiar e risco de exploração. Hoje é um estudante de excelência e quer ser médico.
Charles, 11 anos, Quénia Cego de nascença. Quer ser corredor de longa distância. Está a ser treinado por Wanyoïké, campeão paralímpico.
António, 8 anos, Brasil Adotado. Autista, com TDAH e surdez parcial. Os pais, ambos com deficiência, dedicam-lhe a vida. Adora música e dança.
Nirmala e Khendo, 13 anos, Nepal Perderam uma perna cada no terramoto de 2015. Tornaram-se melhores amigas. Vivem num internato e sonham com novas próteses para dançar.
APRESENTAÇÃO
O NOSSO SONHO é um documentário do realizador francês Pascal Plisson, que já nos habituou a filmes que acompanham jovens de diferentes partes do mundo em percursos de superação. Depois de O Caminho para a Escola e Le Grand Jour, o cineasta volta a colocar o foco em crianças e adolescentes que, apesar das suas deficiências — físicas, sensoriais ou cognitivas — vivem com uma energia contagiante, uma coragem desarmante e uma vontade imensa de participar no mundo.
Neste novo filme, acompanhamos cinco histórias reais, filmadas em França, Quénia, Ruanda e Nepal, com uma abordagem próxima, respeitosa e luminosa.
O filme não pretende fazer um retrato dramático da deficiência, mas antes sublinhar o potencial de cada uma das crianças, destacando os laços familiares, a importância da escola e o papel das figuras adultas que as acompanham.
UM OLHAR POSITIVO SOBRE A DEFICIÊNCIA
Ao evitar cair na tentação do melodrama, O NOSSO SONHO oferece-nos um retrato realista, mas esperançoso da deficiência.
Cada uma das crianças retratadas tem limitações, sim, mas também sonhos, talentos, desejos e objetivos — como qualquer outra.
O filme convida-nos a mudar o foco: não ver o que falta, mas sim o que existe. O realizador mostra, com sensibilidade, como estas crianças e jovens se constroem, com o apoio das famílias, das escolas e de adultos inspiradores.
A FORÇA DO VÍNCULO
É notável o papel desempenhado pelos adultos que acompanham estas crianças – pais, educadores, diretores de escola, médicos, técnicos.
O amor incondicional, a escuta, a confiança e a valorização são elementos-chave no desenvolvimento emocional e social de qualquer criança.
No filme, vemos como estas figuras contribuem para a autonomia e autoestima dos jovens protagonistas.
Entre os dias 22 e 25 de outubro de 2025, o Mosteiro de Leça do Balio, em Matosinhos, será palco de um encontro inédito: o Fliporto — Festa Literária Internacional de Pernambuco chega pela primeira vez a Portugal, numa parceria entre o Instituto Fliporto e a Fundação Livraria Lello.
Um dos mais importantes festivais literários do Brasil, com duas décadas de história, atravessa agora o Atlântico para reunir autores, leitores, pensadores e artistas em torno de um tema urgente e atual:
“O Livro em tempos digitais e a literatura em língua portuguesa.”
Mais do que um evento, a Fliporto Portugal propõe-se a estreitar os laços literários entre Brasil, Portugal e o vasto universo lusófono, criando pontes de diálogo, partilha e cooperação cultural entre as duas margens do oceano.
Um festival que celebra 20 anos e fala a mesma língua:
Criada em 2005, em Olinda (Pernambuco), a Fliporto tornou-se uma das referências no circuito de festivais literários do Brasil, destacando-se pela qualidade dos debates e pela forma como cruza literatura, pensamento, arte e cidadania.
Nesta edição especial — a primeira fora do Brasil — o festival comemora 20 anos de existência com uma programação que homenageia o poder da palavra, o futuro do livro e a riqueza da língua portuguesa, em todas as suas variantes e sotaques.
Segundo Antônio Campos, presidente do Instituto Fliporto e coordenador-geral da edição portuguesa,
“Esta iniciativa é uma oportunidade histórica para estreitar os laços literários entre Portugal e o Brasil, unindo autores, leitores e instituições culturais dos dois lados do Atlântico.”
Quatro dias cheios de literatura:
A programação da Fliporto Portugal foi pensada para valorizar a diversidade das vozes lusófonas — com debates, conversas com escritores, sessões infantis e lançamentos de livros.
📅 22 de outubro (quarta-feira)
Cerimónia de abertura e entrega do Prémio Literário Guerra Junqueiro 2024 à escritora Dulce Maria Cardoso, seguida da apresentação da sua obra pela investigadora Margarida Calafate Ribeiro.
📅 23 de outubro (quinta-feira)
Sessão de risoterapia com Manuela Bulcão (11h00).
Conversa com o escritor António Mota (15h00).
Painel sobre “O impacto da inteligência artificial na literatura” (17h00).
📅 24 de outubro (sexta-feira)
Sessão infantojuvenil “Baú do Contador — Histórias com Magia”, com Rui Ramos (11h00).
Debate “A importância dos festivais literários na formação de leitores e escritores” (15h00), com Antônio Campos, Rui Couceiro, João Rasteiro, Manuela Ribeiro e Ivo Furtado.
Debate “A língua portuguesa que nos une” (17h00).
Entrega do Prémio Literário Guerra Junqueiro Lusofonia Angola 2024 à escritora Amélia Dalomba, apresentada por João Fernando André e Adriano Mixinge (online).
📅 25 de outubro (sábado)
Painel “Artistas Peregrinas”, com a ilustradora Ana Aragão, a pintora Balbina Mendes e a escritora Isabel Rio Novo (11h00).
Conversa com o escritor João Morgado sobre “Joaquim Nabuco, Camões e Os Lusíadas” (16h00).
Encerramento com o lançamento do livro “Livro Geral”, do poeta brasileiro Carlos Pena Filho.
Muito além dos livros:
O festival não se limita à literatura: traz consigo a pluralidade da cultura lusófona, onde o livro é ponto de partida para discussões sobre arte, tecnologia, identidade e memória.
O Mosteiro de Leça do Balio, símbolo do encontro entre o passado e o futuro, será o cenário perfeito para este diálogo transatlântico. E a entrada é gratuita, mediante inscrição prévia no site da Fundação Livraria Lello.
“A Fliporto Portugal é mais do que um evento — é um gesto simbólico de reencontro entre mundos que partilham uma mesma língua, mas múltiplas histórias.”
Informações úteis:
📅 22 a 25 de outubro de 2025 📍 Mosteiro de Leça do Balio, Rua de Santos Lessa, Matosinhos 🎟️ Entrada gratuita, mediante inscrição prévia no site da Fundação Livraria Lello 🌐 Programa completo disponível na página oficial da Fliporto
Uma ponte feita de palavras:
Num tempo em que as fronteiras parecem multiplicar-se, a literatura continua a ser o território onde o encontro é possível. A chegada da Fliporto a Portugal simboliza isso mesmo: um Atlântico cruzado por histórias, ideias e livros.
E quem visitar o Mosteiro de Leça do Balio, entre 22 e 25 de outubro, vai testemunhar esse gesto — o de uma língua que, mesmo dividida por oceanos, continua a unir mundos.